Em qualquer linha de produção, há duas métricas que definem o sucesso ou o fracasso de um negócio: produtividade e custo operacional.
No entanto, velocidade não significa lucro se o custo para manter a máquina for alto demais ou se ela produzir muitas peças que precisam ser descartadas.
A chave para o crescimento é encontrar o ponto de equilíbrio. Neste artigo, vamos simplificar as contas que você precisa fazer para garantir que sua indústria esteja no caminho certo.
O lado da produtividade: medindo a saída real
Produtividade, de forma simples, é a relação entre o que você coloca na produção e o que você tira dela.
O principal objetivo é maximizar a “saída” (peças de qualidade) com o mínimo de “entrada” (tempo e material).
1. Foco nas peças boas
Se a sua máquina é rápida, mas grande parte do que ela produz é refugo (desperdício), sua produtividade real é baixa. Por isso, ao medir a produtividade, o foco deve ser sempre nas peças prontas para uso.
2. Taxa de utilização da máquina
Uma máquina de alta performance só gera lucro quando está cortando. A taxa de utilização mede quanto tempo sua máquina está realmente trabalhando em comparação com o tempo que ela está disponível.
Se a máquina passa muito tempo parada para troca manual de material, manutenção ou espera por programação, sua taxa de utilização é baixa. Sistemas que usam automação aumentam essa taxa, garantindo que a máquina gere mais lucro.
O lado do custo operacional
O custo operacional é o valor de tudo que você gasta para manter a máquina funcionando e produzindo uma peça. Para ter uma visão clara, você precisa somar todos os gastos:
Quais são os principais componentes do custo total?
- Energia: o consumo de eletricidade da máquina;
- Mão de obra: o custo do operador;
- Manutenção: peças de reposição, serviços e fluidos necessários;
- Gases de corte: o consumo de gases industriais necessários para o processo;
- Refugo (matéria-prima perdida): o custo do material que é descartado por falha da máquina.
O ponto de equilíbrio: o custo por peça
A métrica que realmente interessa é o custo por peça. Ela junta a produtividade e o custo operacional em um único número, mostrando o custo final de cada item que sai da sua fábrica.
O objetivo estratégico de toda indústria é reduzir esse custo por peça ao mínimo possível.
Se sua máquina é muito rápida, mas gera muito refugo, seu custo por peça será alto. Se ela é lenta e precisa de muita mão de obra, o custo por peça também será alto. A gestão de sucesso monitora o custo por peça constantemente para garantir a competitividade.
Tecnologia: a única solução que otimizar ambos
No passado, otimizar essa conta era muito mais difícil. Hoje, a tecnologia de ponta é a única forma de garantir que os dois lados da equação sejam otimizados ao mesmo tempo:
Precisão (produtividade)
Sistemas com alta precisão e controle de trajetória garantem cortes limpos e diminuem o retrabalho. Consequentemente o número de refugo cai, aumentando o número de peças boas produzidas.
Automação (utilização)
Softwares e sistemas automáticos de carga/descarga reduzem o tempo de inatividade da máquina, fazendo com que ela trabalhe por mais tempo.
Tecnologia de corte a laser de fibra (custo)
Máquinas de corte a laser de fibra como as soluções da Cutlite são altamente eficientes na conversão de energia, o que reduz o gasto com eletricidade para o mesmo nível de potência. Isso diminui o seu custo operacional.
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